Terça, 19 de Agosto de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - Arrecadação, Carga Tributária, CPMF
Arrecadação federal acelera em 2008 e sobe R$ 40 bilhões até julho

Do G1
A arrecadação de impostos e contribuições federais, o que inclui ainda as demais receitas (royalties e concessões, entre outros) além da arrecadação previdenciária, somou R$ 389,6 bilhões de janeiro a julho deste ano, novo recorde histórico para o período, informou nesta terça-feira (19) a Receita Federal.
Com isso, a arrecadação teve crescimento real, isto é, em valores corrigidos pela inflação, de 11,21% neste ano, o equivalente a R$ 40 bilhões, sobre os sete primeiros meses do ano passado. Os números mostram ainda que, no mesmo período do ano passado, contra o acumulado de 2006, a arrecadação havia subido 10,34% em termos reais.
Sem CPMF
Deste modo, a arrecadação cresceu mais nos sete primeiros meses deste ano, do que em igual período de 2007, mesmo sem a cobrança da Contribuição Provisória Sobre Movimentação Financeira (CPMF) - que estava estimada em cerca de R$ 40 bilhões para 2008.
Entretanto, o governo pôde contar, neste ano, com uma arrecadação maior do IOF (Imposto Sobre Operações Financeiras) - uma vez que a alíquota do tributo foi elevada no início de 2008 para compensar justamente a perda da CPMF. Em maio, com início do recolhimento em junho, também passou a valer o aumento da CSLL dos bancos de 9% para 15%.
No acumulado de janeiro a junho deste ano, o IOF arrecadou R$ 11,5 bilhões, contra R$ 4,6 bilhões em igual período do ano passado. Ou seja, um aumento real, acima da inflação, de 148%, ou R$ 6,8 bilhões. A expectativa da Receita era de que o IOF maior trouxesse R$ 8,5 bilhões em arrecadação extra em 2008. Já a CSLL dos bancos arrecadou R$ 4 bilhões de janeiro a julho deste ano, contra R$ 2,9 bilhões em igual período do ano passado.
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Terça, 19 de Agosto de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - Inflação, O Globo
Inflação em alta faz Dieese percorrer sindicatos para orientar negociação

ENQUANTO O GOVERNO DIZ QUE A INFLAÇÃO ESTÁ SOB CONTROLE, AS NEGOCIAÇÕES SALARIAIS PROVAM O CONTRÁRIO…
O Globo
Por causa da inflação em alta, bem acima dos índices do ano passado - o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que baliza os reajustes salariais, está em 7,56% nos últimos 12 meses, contra 4,19% do mesmo período de 2007 -, o Dieese fez um estudo e decidiu realizar debates em todo o Brasil, orientando os sindicatos que têm data-base no segundo semestre nas negociações salariais.
Numa iniciativa inédita do departamento, técnicos dão munição para os sindicalistas negociarem com os patrões. No segundo semestre, estão as datas-base das categorias mais organizadas, como petroleiros, bancários, metalúrgicos, químicos e comerciários:
- O resultado dessas negociações serve como referência para outras categorias. Vai haver uma dificuldade maior para negociar ganho real de salário - explicou José Silvestre Prado de Oliveira, coordenador de Relações Sindicais do Dieese.
Segundo o técnico, no balanço preliminar das negociações do primeiro semestre, já se observa um leve recuo no número de acordo com aumentos superiores à inflação:
- Também observamos que os ganhos reais ficaram menores.
Ontem, os técnicos estiveram em Rio, Palmas, Aracaju, Curitiba e Porto Velho. Hoje, estarão em Vitória, Salvador e Porto Alegre. Segundo Silvestre, esse trabalho foi pedido pelas centrais sindicais, diante do avanço da inflação.
- Entre nossas sugestões, além de manter a reivindicação de ganho real, está tentar o reajuste de benefícios como tíquete-alimentação e cesta básica por índices específicos. É bem claro que a inflação está concentrada nos alimentos.
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Segunda, 18 de Agosto de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - artigo, sardenberg
Fiquem Ricos!
Por Carlos Alberto Sardenberg
(Publicado originalmente no jornal O Globo em 07/08/08)
Rosa: “Eu quero viajar mais, eu quero passar um tempo fora estudando. Dá pra chegar no fim do mês com o orçamento tranqüilo, mas a gente sempre quer alguma coisa melhor.”
A frase, de uma moça, promotora de eventos, encerrou reportagem do “Jornal da Globo”, edição de terça-feira, sobre a emergência da classe média, apontada em pesquisa da FGV.
A escolha da personagem, um achado, levanta as questões corretas. Quem é Rosa? Uma pessoa egoísta, preocupada apenas com sua situação individual? Ou um agente de transformações sociais e econômicas para o país?
Não há exclusão. Rosa desempenha os dois papéis. Na verdade, quanto mais conseguir melhorar a sua vida, maior impacto positivo ela levará para a sociedade.
É possível medir o dinamismo de um país, e talvez seja mesmo a melhor medida, avaliando quanto as pessoas conseguem evoluir ao longo de sua vida. Se uma pessoa começa sua atividade profissional vendendo salgadinhos de porta em porta e termina dona de uma rede de restaurantes, isso representa um êxito individual, é óbvio, mas também mostra que o país abriu a oportunidade para essa criação de valor - para ela e para a sociedade.
Do mesmo modo se a pessoa se torna um profissional competente, produtivo, ganhou ela, ganhou a companhia onde trabalha, ganhou a sociedade.
Dito assim, parece simples. Mas quando se observa o cenário nacional, parece que muita gente pensa exatamente o contrário, que o governo é o principal agente do desenvolvimento.
Eis dois exemplos, dois temas em discussão dentro e fora do governo, que tratam de coisas muito diferentes, mas que resultam da mesma concepção ideológica: 1) a proposta de aumento do imposto de renda da pessoa física; e 2) a proposta de criação de uma estatal “pura” para explorar o petróleo da camada do pré-sal.
Nos dois casos, está entendido que o país melhora quando se coloca mais dinheiro nas mãos do governo. Mas se fosse assim, o Brasil deveria ser o melhor entre os emergentes, pois é aqui que está a maior carga tributária nesse grupo de nações.
Também se fosse assim, os setores estatizados na economia brasileira deveriam ir melhor que os privados.
E não é assim. Na verdade, a ascensão da classe média e seu modo de vida provam o contrário, que o Estado fracassa até naquelas que deveriam ser suas funções essenciais.
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Domingo, 17 de Agosto de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - alimentos, Inflação, nordeste
Nordeste é o que mais sofre com o aumento de preços
A alta dos preços dos alimentos castiga mais algumas regiões do país do que outras.
Como a alimentação compromete a maior parte da renda das pessoas mais pobres, o encarecimento desses produtos eleva mais os índices das cidades onde a renda da população é menor. Com isso, a inflação acumulada nos últimos 12 meses nas capitais nordestinas está acima da média nacional (6,37%), de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Fonte: O Globo
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Domingo, 17 de Agosto de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - alimentos, Inflação
Alimentação infantil sobe acima da inflação
O GLOBO
A inflação dos alimentos exige dos pais cuidados a mais na hora das compras. Em produtos para o público infantil, é possível verificar variações de mais de 40% nos preços cobrados por diferentes supermercados. Alguns itens fundamentais para o desenvolvimento infantil vêm acumulando altas nos preços bem acima da inflação.
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Domingo, 17 de Agosto de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - alimentos, consumo, Inflação
Inflação provoca retração do consumo, afirma LatinPanel
FOLHA DE SÃO PAULO
MERCADO ABERTO - GUILHERME BARROS
Apesar do aumento recorde de 10,6% registrado pelo IBGE nas vendas do varejo no primeiro semestre, os brasileiros já começaram a diminuir a variedade de itens que põem no carrinho no supermercado.
É o que indica um estudo da LatinPanel, que acompanha semanalmente 8.200 domicílios no país e analisa 67 categorias das cestas de alimentos, bebidas, higiene pessoal e limpeza.
Segundo o levantamento, os preços médios dessas cestas subiram 7% de janeiro a junho. Alimentos, bebidas e itens para limpeza foram os que tiveram maior aumento do preço médio, com 8%, 9% e 4%, respectivamente. No período, a inflação foi de 3,64%, segundo o IPCA.
A LatinPanel mostra que houve retração de 2% no volume de compras no primeiro semestre neste ano.
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Sexta, 15 de Agosto de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - alimentos
Números

“Pesquisa do Latin Panel mostra o perfil de consumo e poupança das famílias brasileiras. O maior gasto mensal é com alimentação: 23,9%, incluindo as despesas dentro e fora das residências. As despesas com habitação e saúde somam 20,4%.
Os gastos com habitação são a soma dos gastos com aluguéis, prestações dos imóveis financiados, condomínio e impostos (IPTU ou ITR. O gráfico acima, com dados da Latin Panel e da revista Exame, mostra como se dividem os gastos das famílias brasileiras (em % do orçamento mensal).
Outros dados da Latin Panel mostram que os casais sem filhos e as pessoas que moram sozinhas possuem maior propensão a gastar (27% dos seus orçamentos mensais) do que os casais com filhos (que gastam, no máximo, 18,5% dos seus orçamentos). Os casais sem filhos e as pessoas que moram sozinhas são também as que mais poupam no Brasil”.
Fonte: blog Cenário Econômico
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Sexta, 15 de Agosto de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - alimentos, Inflação
Inflação de alimentos afeta comércio varejista em junho, diz IBGE
O Globo
O aumento de 8,2% no volume físico de vendas do comércio varejista em julho representou a taxa mensal mais fraca desde abril de 2007, quando houve crescimento de 7,6%. A inflação dos alimentos, que corroeu o poder de compra do brasileiro, conteve o ritmo de elevação das vendas, explicou o IBGE.
O impacto da inflação foi mais sentido no setor de Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, que fechou junho com alta de 1,5%, o pior mês de junho desde a queda de 8,6% observada em junho de 2003.
Conseguimos enxergar com nitidez a influência da inflação dos produtos alimentícios. Tudo nos leva a crer que a inflação tenha amortecido o resultado de junho, frisou Reinaldo Pereira, coordenador de Comércio do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O resultado de Hiper, supermercados e produtos alimentícios foi o principal responsável pela desaceleração do volume de vendas em relação a igual mês do ano anterior, uma vez que o peso do grupo atingiu 46% do índice total em junho. Em maio, o volume de vendas do grupo havia subido 11,1% frente a maio do ano passado.
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Quinta, 14 de Agosto de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - abin, cartões corporativos, gastos
ABIN COMPROVOU GASTO COM NOTAS FRIAS
O Tribunal de Contas da União identificou notas frias em pouco mais de 25% dos comprovantes de gastos analisados da Abin com cartões corporativos. Em auditoria aprovada ontem, o tribunal multou em R$ 10 mil Antônio Augusto Muniz de Carvalho, ex-diretor de administração, pelo uso generalizado do cartão para saques em dinheiro, admitido para situações excepcionais. Consulta ao Siafi (sistema de acompanhamento de gastos federais) mostrou que todas as despesas com cartões da Abin em 2006 (R$ 6,6 milhões) e 2007 (R$ 11,5 milhões) foram feitas mediante saques. O TCU analisou gastos entre 2002 e 2005 e criticou o uso dos cartões para gastos de rotina.
Fonte: Blog Democratas
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Quarta, 13 de Agosto de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - blog aluízio amorim, gastos do governo, novos cargos
R$ 200 milhões para novos cargos do governo Lula
O Blog do Aluízio Amorim denuncia:
Em duas votações, os deputados aprovaram, na noite desta terça (12), a criação de mais 3.090 cargos no Executivo, segundo informa o Blog do Josias.
Isto representará uma despesa adicional de mais de R$ 200 milhões. Na primeira votação os deputados aprovaram uma nova carreira de servidores: analista técnico de assistência social e, na segunda, 440 cargos foram abertos na ABIN, a CIA botocuda.
O deputado Mendes Thame (PSDB-SP), invocando dos dados coletados pela assessoria técnica do partido, revelou que, sob o governo de Lula e seus sequazes, já foram criados 57.340 novos cargos públicos que, somados aos empregos abertos nesta terça-feira, já atinge o total de 60.430.
Reparem para a importância desses novos cargos: assistentes sociais e arapongas.
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Terça, 12 de Agosto de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - Garibaldi Alves, Impostos
Garibaldi critica excesso de tributos no Brasil
O PRESIDENTE DO SENADO E DO CONGRESSO, SENADOR GARIBALDI FILHO, JUNTA-SE A NÓS. É IMPOSTO DEMAIS, IMPEDINDO O PAÍS DE CRESCER, DE GERAR EMPREGOS.
Em palestra nesta segunda-feira (11), em São Paulo, a convite da Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil (ADVB), o presidente do Senado, Garibaldi Alves, condenou a excessiva carga tributária que pesa sobre os brasileiros e disse que o momento é propício para a tomada de grandes decisões nessa área. Em sua opinião, todos os indicadores apontam para a recuperação econômica do país, com índices que atestam a estabilidade do Brasil entre as economias mundiais.
- Há questões, porém, que precisam receber tratamento mais adequado para que o país possa efetivamente caminhar pela rota do desenvolvimento auto-sustentável. Nosso sistema tributário apresenta um viés anticrescimento, por tributar os bens destinados ao ativo fixo das empresas, aumentando, assim, o custo dos investimentos.
Para Garibaldi, a desoneração tributária dos investimentos deve constituir-se em ponto central da agenda do governo. Ele reconheceu que a União começa a se sensibilizar com essa questão, mas observou que a redução da carga tributária é um desafio muito complexo, porque “ninguém quer perder”. De acordo com o presidente do Senado, o primeiro ente federativo a não querer perder é a própria União, que leva a imensa fatia do bolo tributário.
- No entanto, são os Executivos municipais e estaduais que, efetivamente, estão mais perto do povo e lhes provêem, na maioria das vezes, serviços básicos como saúde, educação e segurança. Por isso, estão a merecer fatias maiores da arrecadação. Há quinze anos, por exemplo, oitenta por cento dos recursos arrecadados pela União eram compartilháveis com estados e municípios. Hoje, apenas quarenta e sete por cento da arrecadação da União são compartilhados.
Garibaldi disse que a arrecadação tributária atingiu R$ 55,74 bilhões em junho, um crescimento de 10,54% em relação ao mês anterior e de 13,6% se comparada com igual mês do ano passado. Também observou que, no acumulado do ano, a arrecadação de tributos e contribuições atingiu R$ 327,6 bilhões, o que representou um aumento de 16% em relação ao primeiro semestre de 2007.
- A carga tributária do Brasil é a terceira maior do mundo. Supera até mesmo as de países que, embora tenham carga elevada, revertem boa parte da arrecadação à sua infra-estrutura de serviços sociais, como o Canadá. No contexto das Nações ricas, há várias que têm carga inferior à brasileira, como os Estados Unidos (25,77%), o Japão (26,28%) e a Austrália (30,68%). Só na Europa existem cargas tributárias maiores do que a nossa: Suécia (51,35%), Dinamarca (49,85%) Bélgica (46,85%) e França (45,04%).
O presidente do Senado afirmou que os brasileiros não têm serviços de saúde e de educação públicos condizentes com o tamanho da arrecadação. Pelo contrário. Garibaldi disse que, embora seja um dos países que têm maior número de tributos vinculados à seguridade social, o Brasil figura como 54º colocado no ranking que mostra a relação entre a quantidade de tributos e o retorno à população de serviços como saúde, educação e segurança.
Em seu discurso, o senador também disse que 80% da arrecadação tributária brasileira provêm das empresas, o que demonstra o peso da tributação sobre a produção, enquanto, em países desenvolvidos, o principal alvo de taxações é a renda, e não a atividade produtiva. Para Garibaldi, é preciso dar um basta na escala dos impostos e fazer uma reforma tributária profunda no Brasil.
- Nosso país carece de um sistema tributário compatível com o de seus principais parceiros comerciais. Nos países desenvolvidos, tributam-se a renda, o consumo, a propriedade, enquanto aqui os tributos recaem sobre a poupança, os investimentos e a produção. O grande problema para se fazer uma reforma tributária é que a parcela que o Estado extrai da sociedade pela via fiscal é incompatível com a capacidade contributiva da população brasileira. Sem uma redução da carga tributária, não será possível criar-se um sistema tributário racional.
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Segunda, 11 de Agosto de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - empresários, Folha de São Paulo, Impostos
Imposto é maior vilão dos empresários, diz pesquisa
GUILHERME BARROS - Mercado Aberto – Folha de São Paulo
Apesar das críticas dos empresários ao aperto monetário, a carga tributária, e não a taxa básica de juros, foi eleita por eles a maior vilã da economia. Os dados são de um estudo da Quorum Brasil sobre negócios, competitividade e informações, realizado neste mês.
Dentre os 150 empresários ouvidos em São Paulo e no Rio, 44% citaram a elevação ou a manutenção dos impostos como um dos aspectos negativos do Brasil para os negócios. A alta taxa de juros e o câmbio prejudicial a alguns setores foram lembrados por 30% e 18% dos empresários, respectivamente.
“A elevação do juro tem um aspecto positivo na ponta, que é a redução da inflação. Os impostos, não. O mau uso tem um impacto ruim para o empresário,” afirma o diretor da Quorum, Claudio Silveira.
Entre os aspectos positivos para os negócios, foram citados a estabilidade econômica e os aumentos do consumo interno e da confiança no país por, respectivamente, 56%, 36% e 24% dos empresários ouvidos.
Para Silveira, a classificação de estratégias agressivas de gestão, focadas na atração de investidores na Bolsa de Valores, como um fator positivo por 18% dos empresários mostra que as companhias estão mirando um patamar econômico mais desenvolvido.
Outro dado que aponta para um amadurecimento das empresas foi a definição de aspectos que as tornam competitivas, diz Silveira. O principal fator apontado pelos empresários (81%) foi o conhecimento do mercado e do cliente. Dentre os fatores que permitiram a elevação nas vendas, as características dos produtos foram o item mais citado, por 48% dos empresários. O preço ficou na quinta posição, lembrado por 12% dos entrevistados.
“O fator preço não aparece. As empresas entenderam que não têm mais que disputar preço, mas clientes. Elas perceberam que precisam entender o que demanda o seu mercado para ajustar a sua oferta.”
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Quinta, 7 de Agosto de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - Inflação, jornal hoje, vídeo
Com a alta da inflação, aumentou o uso do cheque especial e de financiamentos no cartão

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Com a alta da inflação, aumentou também o uso do cheque especial e de financiamentos no cartão de crédito. Os juros em qualquer uma das opções podem chegar a 12% ao mês.
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Terça, 5 de Agosto de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - cesta básica, Inflação
Cesta básica encarece de novo em 14 das 16 capitais em julho

Pelo terceiro mês consecutivo, o preço da cesta básica registrou aumento em 14 das 16 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Conforme levantamento de julho, no acumulado dos primeiros sete meses do ano, a maioria das capitais registra inflação de mais de dois dígitos para a cesta.
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Segunda, 4 de Agosto de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - Carga Tributária, IBPT, Impostos
Carga tributária em presentes para o Dia dos Pais chega a 78%
Os produtos mais procurados para o Dia dos Pais podem ter carga tributária de até 78,43%, como é o caso dos perfumes importados, segundo pesquisa do IBPT.
Carga tributária dos principais produtos do dia dos pais

Fonte: IBPT
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Segunda, 4 de Agosto de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - fiesp, Impostos, Paulo Skaf
Desrespeito à nação
PAULO SKAF
O governo ignora o limite da sociedade, já vencido, de transferir dinheiro ao Estado na forma de impostos
HISTORICAMENTE , o setor público brasileiro, com raras, preciosas e muito especiais exceções, sempre sofreu de uma doença absolutamente nociva à saúde da economia: a incontinência fiscal.
Nem o remédio máximo da democracia, que pressupõe um Estado mais sensível e respeitoso aos anseios da população, foi capaz de promover a cura de tão insidioso mal.
O mais grave é que, além de gastar mais do que deveria, o governo ainda financia esse vício incurável à custa de uma solução desprovida de criatividade: o aumento de impostos.
Somos vítimas, no país, de três instâncias governamentais (federal, estadual e municipal) autônomas para criar tributos e, invariavelmente, vorazes quanto ao dinheiro das pessoas físicas e jurídicas. E tudo isso com a bênção da Constituição, que completa 20 anos em 2008 sem que as suas reformas estruturais -entre elas, a tributária- tenham sido realizadas.
Em mais um constrangedor capítulo da triste comédia brasileira dos impostos, o governo federal, numa incrível manobra política diversionista -de maneira que o Congresso assuma a concepção do projeto-, tenta criar uma aberração tributária: a CSS (Contribuição Social para a Saúde).
Nada mais, nada menos do que uma tentativa de ressuscitar a famigerada CPMF, extinta pela mobilização cívica dos brasileiros em 2007, que uniu a sociedade brasileira numa legítima e vencedora cruzada nacional.
É importante lembrar que esse esdrúxulo propósito de restabelecer um imposto, ao qual os brasileiros já disseram um firme “não”, segue-se a outra vingança do governo ao fim da CPMF: o aumento das alíquotas do IOF e da CSLL, um lamentável presente de Ano-Novo, anunciado no primeiro dia útil de 2008, lembram-se? A soma da CSS com esses ônus instituídos em janeiro deste ano representaria agravamento sensível da carga tributária, na contramão dos interesses brasileiros.
É importante termos consciência de que, como já ocorria com a CPMF, a CSS e a majoração do IOF e da CSLL são, sem nenhuma dúvida, desnecessárias. Afinal, a arrecadação tributária tem batido recordes consecutivos. Conforme recentemente revelou a própria Receita Federal, o crescimento verificado no primeiro semestre de 2008 foi 10,43%, não só superior ao registrado em igual período de 2007, mas, em especial, um novo recorde brasileiro, já descontada a inflação.
Para este ano, o que se projeta é um aumento na arrecadação de R$ 70 bilhões, apenas para o governo federal.
Isso equivale a quase o dobro do valor que seria propiciado pela CPMF.
O mais grave é observar como o governo ignora o limite da sociedade, já vencido, de transferir dinheiro ao Estado na forma de impostos.
A insistência no desequilíbrio fiscal é uma irresponsabilidade relativa à gestão; a mesmice de recorrer ao aumento de impostos para supri-la é um inequívoco desrespeito à inteligência e à viabilidade econômica de empresas e cidadãos.
Estamos vivendo um quadro surreal da economia, no qual temos, de um lado, uma política fiscal expansionista caracterizada pelo crescimento continuado do gasto público, que, neste ano, deve aumentar 15%, incentivando a demanda interna. E, de outro, uma política monetária restritiva, que adota alta seqüencial na taxa de juros -que já é uma das mais elevadas do planeta- como a única saída capaz de frear a expansão do consumo e do investimento.
Numa efetiva demonstração de interesse em mitigar a questão social, o governo poderia remover integralmente os impostos sobre os produtos da cesta básica. Tal medida teria um efeito imediato e positivo sobre as famílias de baixa renda, as mais prejudicadas pela atual onda inflacionária. Os objetivos do governo devem, em respeito à democracia e ao bom senso, ser partilhados por todos. Assim, seria útil uma ação conjunta entre as políticas monetária e fiscal. Quando isso não existe, como neste caso, o custo para a sociedade acaba sendo muito maior -com menos empregos e renda, mais despesas e queda na produção.
Por fim, de que adianta subir juros se o governo não controla os seus próprios gastos?
Portanto, o caráter supérfluo da CSS e a imediata mobilização dos brasileiros para evitá-la expressam nossa certeza de que, mais uma vez, o engajamento cívico da população, dos setores produtivos e das entidades da sociedade civil evitará -agora ou em qualquer época- que sejamos onerados com mais um imposto.
Mais uma vez, conseqüência do exercício legítimo da cidadania, prevalecerão os valores democráticos!
PAULO SKAF, 52, é o presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) e do Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo).
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Segunda, 28 de Julho de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - CSS, parlamentares, votação
Na internet, a posição dos parlamentares sobre a CSS
O SESCON-SP e o Fórum Permanente em Defesa do Empreendedor lançaram uma página na web onde é possível conhecer, em tempo real e com vários critérios de pesquisa, a opinião dos congressistas sobre a Contribuição Social para a Saúde.
http://www.forumdoempreendedor.org.br/template.php?pagina=pesquisa_pol_css/resultado
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Sexta, 25 de Julho de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - Democratas, gastos do governo, juros
BC AUMENTA JUROS E LULA AUMENTA GASTOS
Blog Democratas
Novos gastos do governo Lula já somam R$ 32 bilhões no primeiro semestre deste ano. Só em despesas com pessoal o acréscimo (aumento) somou R$ 13 bi nos primeiros seis meses do ano. A informação está no jornal O Globo. Diz o texto: “no primeiro semestre, o governo federal criou novas despesas que não estavam previstas no Orçamento da União de 2008, e que já superam a casa dos R$ 30 bilhões. Nesse período, o Congresso aprovou e o presidente Lula sancionou 18 leis que abriram créditos extraordinários, suplementares e especiais no total de R$ 32,14 bilhões. A maior parte é para custear novos investimentos e reajuste do funcionalismo. No primeiro semestre de 2008, a arrecadação do governo atingiu R$ 333,208 bilhões, um aumento real de 10,43% sobre o resultado dos primeiros seis meses de 2007 — ou R$ 31,4 bilhões. O que significa que o governo já comprometeu tudo o que arrecadou a mais este ano, em relação ao ano passado. Enquanto Lula gasta de forma irresponsável, os juros sobem. A partir de hoje, a taxa básica de juros Selic sube de 12,25%, para 13% ao ano. Foi a terceira alta consecutiva dos juros e a segunda mais elevada (0,75) desde 2003.
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Quarta, 23 de Julho de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - gastos do governo, Impostos, O Estado de São Paulo
Mais impostos, mais gastos
O Estado de São Paulo - Editorial
A gastança vai continuar e a confirmação, agora, vem do próprio governo federal. Seus gastos não só não serão cortados, como ainda poderão crescer, de acordo com novas projeções encaminhadas ao Congresso pelo Ministério do Planejamento. Sobrarão R$ 14,2 bilhões para o arremedo de fundo soberano inventado pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o Tesouro poderá desbloquear cerca de R$ 1 bilhão de verbas contingenciadas. Judiciário e Legislativo poderão ganhar R$ 180 milhões para engordar suas despesas. Se alguém ainda acreditava em corte, pode abandonar essa fantasia de uma vez por todas. A austeridade não está no DNA deste governo e a redução da despesa não entrará na agenda nem mesmo para conter a inflação.
O relatório enviado ao Congresso confirma o prognóstico publicado nesta página mais de uma vez, nos últimos meses. Nenhum aperto seria necessário para se elevar a meta de superávit primário de 3,8% para 4,3% do Produto Interno Bruto (PIB). Resultados próximos desse vinham sendo obtidos com a expansão da receita tributária, sem o mínimo esforço de contenção ou de racionalização da despesa.
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Terça, 22 de Julho de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - Carga Tributária, empresários
Carga afeta pequenos negócios

Diário Catarinense
Enquanto o governo comemora a abundância nos cofres públicos cheios, o empresariado não está tão certo de que a notícia é boa também para o restante da sociedade.
Sócio da farmácia de manipulação Artesani há oito anos, Lucas de Oliveira precisa honrar oito tributos para que a empresa siga funcionando. Com quatro funcionários registrados, ele tem que arcar ainda com encargos trabalhistas. Entre impostos e outros custos, Lucas gasta uma média de R$ 26 mil por ano para manter a farmácia aberta.
- Eu não me incomodo em pagar, sei que é preciso. Mas, muitas vezes, estas despesas não vão para quem precisa, são desviadas e, por isso, acredito que a carga tributária poderia ser menor.
Mesmo problema enfrenta o proprietário da casa de festas Sonho de Festa, Júnior Teixeira. Do seu faturamento, pelo menos R$ 6 mil vão diretamente para o governo. Isso afora os impostos que paga como cidadão e consumidor.
- A gente sustenta muita gente com isso, menos quem precisa - lamenta o empresário.
José Antônio Barros Pinho indigna-se toda vez que precisa destinar 15% do que recebe como representante comercial para o governo. Isso porque, como autônomo, não pode fazer uso do Supersimples, o que reduziria os seus encargos.
- Sempre que (o projeto) chega na mão dos presidentes, isso acaba não sendo votado.
Há 17 anos no ramo, José já perdeu as contas de quanto deixou nos cofres do governo.
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Terça, 22 de Julho de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - Arrecadação, CPMF, Santa Catarina
Arrecadação federal e de SC batem recorde
Mesmo com o fim da CPMF, a arrecadação federal vem batendo um recorde atrás do outro. O último foi no primeiro semestre deste ano, com destaque para Santa Catarina, que cresceu 31% na comparação com o mesmo período de 2007, superando em três vezes a variação nacional (10,43%). O total arrecadado no Estado chegou a R$ 9,8 bilhões de janeiro a junho deste ano.
No país, o recolhimento de impostos chega a R$ 333,3 bilhões, o maior valor já registrado no primeiro semestre. Em relação ao mesmo período do ano passado, a receita subiu 10,43%, já considerada a inflação. O total registrado em junho também foi recorde para o mês: R$ 55,7 bilhões, alta real de 7,1% sobre junho de 2007.
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Segunda, 21 de Julho de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - Arrecadação, CPMF
Mesmo sem CPMF, arrecadação de impostos bate recorde no 1º semestre
Da Folha On-line
A arrecadação de impostos e contribuições cresceu 10,43% no primeiro semestre de 2008 e atingiu novo recorde. Mesmo com o fim da CPMF, a Receita Federal arrecadou R$ 333,208 bilhões. Somente no mês de junho foram R$ 55,747 bilhões, aumento de 7,11% em relação ao mesmo mês do ano passado. O imposto cuja arrecadação mais cresceu no semestre foi o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), que teve suas alíquotas elevadas para compensar o fim da CPMF. A arrecadação subiu 151% e chegou a R$ 9,8 bilhões. Em valores absolutos, o principal responsável pela arrecadação recorde foi o Imposto de Renda, que respondeu por 29% do total. Foram arrecadados R$ 97 bilhões, sendo R$ 44,7 bilhões somente das empresas. A segunda maior arrecadação ficou com a Cofins (R$ 58,7 bilhões), aumento de 14% sobre o ano passado.
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Quarta, 16 de Julho de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - agricultura, Inflação, insumos
Ministro da Agricultura responsabiliza o governo por alta em insumos
O preço dos insumos é um dos mais fortes indutores da Inflação. Se o ministro da Agricultura culpa o governo pelo preço dos insumos, está culpando o governo do qual faz parte pela volta da Inflação…
Folha de São Paulo
O ministro Reinhold Stephanes (Agricultura) criticou governo e Legislativo pela inépcia em relação a jazidas que podem alavancar a produção nacional de fertilizantes e questionou o adicional de frete cobrado em favor da Marinha Mercante.
“A Marinha Mercante é ineficiente e a agricultura paga. Não vejo ninguém defender mudanças no status quo da Marinha Mercante, que tem reduzido navios e não tem conseguido atender à demanda da agricultura. Não há razão para pagarmos essa taxa, mas o ministro da Agricultura não tem força para acabar com isso.”
O adicional de frete é de 25%. Os recursos deveriam ser voltados para a modernização e a compra de navios para o transporte de mercadorias. Segundo Stephanes, é difícil até mesmo conseguir consenso na cúpula do governo a respeito do tema.
O ministro participou ontem de audiência pública na Câmara sobre medidas para reduzir a dependência brasileira de fertilizantes importados. Estudos do ministério indicam que o mercado nacional é dominado por um oligopólio composto pela Bunge, Cargill e Yara.
As três empresas negam. Atribuem a composição do mercado a fatores internacionais. O Brasil importa a maior parte do que consome.
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Terça, 15 de Julho de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - Carga Tributária
A Carga Tributária de 2008

Estudo realizado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) aponta que a carga tributária no Brasil deve alcançar 35,4% do PIB em 2008.
Segundo a diretora da Firjan, economista Luciana de Sá, cada brasileiro contribui com quase 12 salários mínimos em termos de arrecadação. “Não é nada desprezível se a gente leva em consideração o nível dos serviços públicos. E pior que isso é a comparação com o ano passado. A gente vai contribuir com R$ 200,00 a mais. Ou seja, quase um salário mínimo a mais este ano de 2008 em relação a 2007, o que traz a preocupação de que a carga tributária continua crescendo. Não só o nível é alto, mas o processo de expansão prossegue. E isso é um grande entrave para o desenvolvimento das atividades econômicas”.
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Segunda, 14 de Julho de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - Arrecadação, CPMF, CSS, tributos
ESTELIONATO FISCAL
O GOVERNO CRIA IMPOSTOS, COBRA DO POVO E NÃO APLICA A FAVOR DO POVO. ISSO É ESTELIONATO FISCAL. ATÉ HOJE O GOVERNO TEM GUARDADO DINHEIRO QUE ARRECADOU COM A FALECIDA CPMF E QUE NÃO FOI APLICADO NA SAÚDE.
ISSO É CRIME.
E O BRASILEIRO PAGA POR IMPOSTOS QUE NEM SABE QUE EXISTE E NEM SABE PARA ONDE VAI O SEU DINHEIRO.
QUE GOVERNO É ESSE?
Governo tem R$ 250 bi de receita retidos
Estadão
Tributo arrecadado deixa de ser usado para sua finalidade original e é destinado para fazer ’superávit primário’
Retenções bilionárias de receitas vinculadas à educação, saúde, pesquisas científicas, investimentos em infra-estrutura e aeroportos e desviadas pelo governo para o “superávit primário” estão se acumulando nos cofres federais, deixando de ser usadas para sua finalidade original e para o pagamento de dívidas. Levantamento feito pelo Estado mostra que as receitas do governo federal disponíveis para quitar dívidas somam cerca de R$ 250 bilhões. E pelo menos um terço disso é de fundos especiais, constituídos, originalmente, para outros fins.
De royalties do petróleo, por exemplo, o Tesouro acumula no caixa nada menos que R$ 24,7 bilhões. Legalmente, essa receita pertence a quatro Ministérios - Ciência e Tecnologia, Marinha, Minas e Energia e Meio Ambiente - e deveria ser aplicada no desenvolvimento de novas tecnologias, fontes de energia e projetos voltados à recuperação dos danos causados pela atividade petrolífera. Na prática, entretanto, esse é o recurso preferencial escolhido pela equipe econômica para contingenciar. E pouco dele realmente chega ao seu destino natural.
A lógica de fazer superávit com receitas vinculadas é que, mesmo não usando esse dinheiro para pagar juros e reduzir a dívida bruta, o governo desconta esse valor acumulado no cálculo da dívida líquida. E o que interessa para o mercado financeiro, segundo especialistas, é que o governo reduza sua dívida líquida, não a bruta. Ou seja, que mantenha a despesa governamental baixa e economize receitas, mas continue emitindo títulos públicos em volume elevado para atender à demanda dos bancos por esses papéis.
E é possível que, se as receitas não fossem vinculadas, o governo não conseguiria fazer tanto superávit. Isso porque muitos impostos - e tributos travestidos de fundos - só foram criados porque tinham embutida uma promessa de aplicação dos recursos em determinadas finalidades “sociais”. Foi assim com a CPMF, o chamado imposto do cheque, que ajudaria a Saúde, e com a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide, o imposto sobre combustíveis), para investir em infra-estrutura e energia. Promessa renovada agora com a Contribuição Social da Saúde (CSS) - a nova CPMF que o governo quer criar para, diz, financiar a Saúde.
A criação desses tributos não proporcionou um aumento de gastos com as áreas pretensamente beneficiadas, mas sim um reforço do superávit primário. Paradoxalmente, portanto, esse tipo de vinculação contribuiu para o ajuste fiscal.
A Cide, por exemplo, criada para financiar projetos de infra-estrutura e energia, continua servindo para engordar o superávit primário, mesmo após vários alertas do Tribunal de Contas da União (TCU).
Pelo dados do Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi), o governo retém R$ 8,3 bilhões da Cide parados no seu caixa, o que equivale a mais de um ano de arrecadação do tributo.
As disponibilidades são tão amplas que incluem até mesmo recursos da CPMF, a contribuição cobrada sobre movimentações financeiras, extinta no início de 2008. Seis meses depois de deixar de existir, a CPMF sobrevive nas contas do governo, com R$ 1,4 bilhão - dinheiro que teoricamente seria destinado à saúde e à previdência social.
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Quinta, 10 de Julho de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - G1, Inflação, IPCA
TAXA DE INFLAÇÃO É A MAIOR DESDE 2004
A inflação oficial, calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), encerrou o primeiro semestre com alta acumulada de 3,64%, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa é a maior para um semestre fechado desde o segundo semestre de 2004, quando ficou em 3,98%. O maior impacto para a inflação do semestre veio dos preços dos alimentos, que acumularam variação de 8,64% no período. O grupo representou 1,88 ponto percentual do IPCA do período. Alimentos e bebidas também exerceram o maior impacto no IPCA acumulado nos 12 meses terminados em junho de 2008: com um variação de 15,79%, respondeu por 3,43 pontos percentuais, mais da metade do índice geral (6,06%).
Fonte: G1
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Quarta, 9 de Julho de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - alimentos, correio braziliense, Inflação
Alimentos subirão ainda mais
Correio Braziliense
Preços ao consumidor aumentam 0,79% na primeira semana de julho. São esperados outros reajustes para feijão, carne, leite, energia e telefonia fixa nos próximos dias
Os brasileiros que se preparem, pois os preços devem ficar ainda mais altos neste mês. A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) voltou a subir na primeira semana de julho, após três registros consecutivos de desaceleração. O indicador apresentou variação de 0,79%, 0,02 ponto percentual acima da taxa da última semana de junho. Os alimentos, como previsto, puxaram o índice para cima e registraram alta de 1,93%. A expectativa é de manutenção dos aumentos nesse grupo e de uma disparada, também, dos preços de habitação, com reajustes nas contas de luz e de telefone fixo.
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Terça, 8 de Julho de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - baixa renda, estadão, FGV, Inflação
Para os mais pobres inflação sobre 5,97%
Estadão
Com a disparada dos preços dos alimentos este ano, a inflação da população mais pobre pode encerrar 2008 duas vezes acima da taxa média de preços do varejo. A estimativa é da Fundação Getúlio Vargas (FGV), que anunciou ontem o Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 (IPC-C1), que abrange as famílias com renda de 1 a 2,5 salários mínimos mensais. No primeiro semestre, o índice subiu 5,97% e acumula alta de 9,11% em 12 meses até junho.
São recordes do índice, que está em sua quarta divulgação e teve série histórica iniciada em 2004. Estão, também, muito acima dos apurados, em iguais períodos, pelo Índice de Preços ao Consumidor - Brasil (IPC-BR), que vai de 1 e 33 salários mínimos, e teve altas de 3,84% no ano e de 5,96% em 12 meses.
Segundo a FGV, 77% do total da inflação da população de baixa renda vem do setor de alimentação. Esses são os produtos de maior peso no cálculo do IPC-C1, visto que as famílias de baixa renda destinam 40% do total de seu orçamento para a compra de comida.
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Segunda, 7 de Julho de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - Inflação, revista veja
Não é só o “feijãozinho”
Revista Veja
“A culpa é do chuchu.” A frase, que entrou para a história, foi dita em 1977 pelo então ministro da Fazenda, Mario Henrique Simonsen, para justificar a alta na inflação. Há dois meses, o atual ministro da Fazenda, Guido Mantega, emulou seu longínquo antecessor e afirmou que, “tirando o feijãozinho”, não há por que se preocupar com a alta recente nos preços. Compreende-se que, agora, como no passado, os responsáveis pela condução da política econômica tentem tranqüilizar a população e evitar especulações. É o que se exige deles, pois a mera expectativa em relação ao comportamento futuro da inflação traz em si o poder de desencadear uma onda de remarcações, roendo o poder de compra da moeda. O momento, de fato, exige cuidado. Após dois anos adormecida, a inflação voltou a preocupar e se faz sentir no bolso dos consumidores e poupadores. Até aqui, foram os pobres os que mais sofreram. Isso porque os reajustes vieram com mais intensidade nos alimentos, entre eles o “feijãozinho”. O encarecimento da comida refletiu, em boa medida, o aumento generalizado no preço internacional das commodities. O custo da cesta básica (composta de produtos como arroz, carne e farinha) subiu mais de 20% em algumas capitais nos últimos seis meses. Mas a alta de preços é generalizada. Tanto que a classe média começa a sentir o golpe não só no supermercado como nos serviços. Para completar, suas aplicações financeiras perderam para a inflação no semestre que passou.” Se você é assinante, clique aqui para ler mais
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Sexta, 4 de Julho de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - Inflação
Inflação dos mais pobres é maior
Estadão
A inflação da população de menor renda, que ganha R$ 377,49 por mês, atingiu em junho 1,48%. O resultado é o dobro da inflação dos mais ricos, que recebem mensalmente R$ 2.792,90, e que tiveram uma elevação de 0,72% no Índice de Custo de Vida (ICV) do Dieese em junho.
Na média dos três estratos de renda, o ICV do mês passado subiu 0,97% na cidade de São Paulo, ante elevação de 0,87% em maio. Em junho de 2007, o ICV tinha subido apenas 0,15%.
Segundo o Dieese, os alimentos, com alta de 2,88% no mês passado, puxaram para cima a inflação em junho. Esse grupo respondeu por 0,80 ponto porcentual do ICV do mês. Subiram também habitação (0,58%), despesas pessoais (1,15%) e saúde (0,21%).
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Sexta, 4 de Julho de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - Inflação
Feirão da Inflação em SC


O deputado Paulo Bornhausen realizou na tarde de ontem (03), na Assembléia Legislativa de Santa Catarina, o “Feirão da Inflação”, com a exibição de produtos da cesta básica e seus respectivos aumentos.
Quem passou e viu os produtos demonstrados ficou impressionado com a alta dos preços em Florianópolis – como o feijão (173,90%), o tomate (92,70%), o arroz (60,42%), o óleo (48,58%), a farinha (43,21%) e a carne (43,13%).
Em conversa com a imprensa Paulo Bornhausen disparou: “O presidente Lula é um irresponsável. Sustenta os maiores juros do mundo, cria e aumenta impostos, promove o espetáculo da gastança. Resultado: inflação máxima de 52% na cesta básica. Em Florianópolis a cesta básica chegou aos 42% nos 12 últimos meses.”
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Quarta, 2 de Julho de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - cesta básica, dieese, Inflação
Alta da cesta básica nas capitais

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Quarta, 2 de Julho de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - cesta básica, Inflação
Cesta básica: aumento de até 52% em 12 meses

Estadão
Cesta básica tem alta de até 30% no semestre
Preço dos 13 alimentos de primeira necessidade subiu em 14 das 16 capitais pesquisadas pelo Dieese
O preço da cesta básica de alimentos consumidos pelo trabalhador brasileiro acumula alta de até 29,24% no primeiro semestre do ano. Nos últimos 12 meses, os aumentos chegam a até 51,85%, revela pesquisa divulgada ontem pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Em junho, o custo médio dos 13 gêneros alimentícios considerados de primeira necessidade subiu em 14 das 16 capitais pesquisadas pela entidade.
Folha de São Paulo
Cesta básica tem aumento de até 52% em 12 meses
Maiores altas ocorreram nas capitais do Nordeste, aponta Dieese; feijão, carne, arroz e batata são vistos como os vilões da inflação
Para o Dieese, avanço de dois dígitos no preço dos alimentos supera em muito os reajustes anuais de um dígito do salário mínimo
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Quarta, 2 de Julho de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - IBOPE, Inflação, Lula
”Não brincaremos com a inflação”, diz presidente (OPA!!)
PARECE QUE LULA FICOU – FINALMENTE – PREOCUPADO. PARECE QUE CIAU NA REAL. PARECE QUE PRECISOU DA PESQUISA DA CNI-IBOPE…
Estadão
Recado vem no dia seguinte ao anúncio de uma pesquisa que mostrou população preocupada com o assunto
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou ontem que seu governo não permitirá que a taxa de inflação volte aos níveis da década de 80, quando chegou a 80% ao mês, nem brincará com esse tema.
“A inflação é minha preocupação desde que comecei a trabalhar, em 1959. Sei o quanto a inflação prejudica, especialmente os mais pobres”, afirmou. “Não brincaremos com a inflação”, disse ele à imprensa, depois de participar da 35ª Reunião de Cúpula do Mercosul e de um encontro dos líderes da União Sul-americana de Nações (Unasul), em Tucumán, na Argentina.
O presidente disparou esse recado no dia seguinte à constatação da pesquisa da CNI-Ibope de que o apoio popular à política de combate à inflação caiu de 53%, em março passado, para 43%.
Divulgada anteontem, a pesquisa apontou, ainda, que 65% dos brasileiros acham que a inflação vai aumentar. Em março passado, 51% tinham a mesma opinião.
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Terça, 1 de Julho de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - combustíveis, Inflação
Diesel aumenta hoje ao menos 2%
Diesel mais caro = frete mais caro = produtos transportados mais caros = MAIS INFLAÇÃO!
Folha de São Paulo
Começa a vigorar adição obrigatória de 3% de biodiesel no combustível derivado do petróleo
Antes, mistura era de 2%; litro do biocombustível está a R$ 3,20 para as distribuidoras; preço do diesel é de R$ 1,50
A Petrobras não reajustou o diesel, mas o preço do combustível vai subir a partir de hoje em, pelo menos, 2%. É que passa a valer a adição de 3% de biodiesel -cujo custo é mais elevado- ao derivado de petróleo. A mistura obrigatória era de 2%.
Segundo o Sindicom (Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e Lubrificantes), o aumento da proporção do biodiesel no diesel convencional provocará um aumento de R$ 0,04 a R$ 0,05 por litro no preço final de bomba do produto.
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Segunda, 30 de Junho de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - arrecadação de impostos, impostômetro
Impostômetro
Exatamente às 7h15, do dia 2 de julho, os impostos já recolhidos no País este ano vão somar R$ 500 bilhões. O cálculo é do Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo.

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Sexta, 27 de Junho de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - estadão, governo, Inflação, IPCA
Ipea veta divulgação de projeções
Parece que a grande arma do governo contra a inflação é a censura. Opta por não divulgar as informações…
Estadão
Carta de Conjuntura não é liberada sob o argumento de que provocaria especulações no mercado financeiro
A divulgação da Carta de Conjuntura do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), tradicional instrumento de análise trimestral da evolução da economia, no qual são feitas as projeções para o ano, se transformou ontem numa verdadeira peleja. As previsões, embora tivessem sido elaboradas pela área técnica, não foram divulgadas, sob o argumento de que o Ipea se ateria a análises de longo prazo e não iria alimentar especulações do mercado.
“Não vamos divulgar as previsões para não alimentar especulações do mercado financeiro”, declarou Miguel Bruno, um dos atuais coordenadores do Grupo de Análises e Previsões do Ipea. A declaração foi feita pouco depois de o assessor de imprensa do instituto, Estanislau Maria, ter informado, em coletiva de imprensa, que não haveria projeções “por orientação da Presidência da República”. Momentos depois, Maria explicou - “para não dar manchete errada” - que não havia censura do governo, apenas a determinação para o Ipea dar prioridade a estudos de longo prazo.
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Quinta, 26 de Junho de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - correio braziliense, Inflação, renda do trabalhador
IBGE: inflação já provoca queda na renda do trabalhador

Correio Braziliense
A queda de 1% na renda média real dos trabalhadores nas seis principais regiões metropolitanas do país em maio ante abril foi provocada por causa do aumento da inflação no período, segundo o gerente da pesquisa mensal de emprego do IBGE, Cimar Azeredo. O deflator usado nesse indicador de renda é o INPC médio das seis regiões.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), também calculado pelo IBGE e referente à camada de renda mais baixa da população, tem registrado taxas mais elevadas do que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), já que os produtos alimentícios têm peso maior no INPC. Em maio, o rendimento médio nas seis regiões foi de R$ 1.208,20.
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Quinta, 26 de Junho de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - correio braziliense, Inflação
Inflação deste mês dá um salto
A inflação disparou de vez. E com ela os salários que as empresas, mesmo com o aviso do Banco Central, vão repassar para os preços de seus produtos aumentando a Inflação. A única coisa que diminui é a confiança do brasileiro na economia. A ciranda está em movimento. E o óleo diesel vai aumentar ainda mais a Inflação. Segure-se quem puder!
Correio Braziliense
Inflação deste mês dá um salto
Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15 sobe 0,9% em junho, bem acima dos 0,56% de maio, e piora expectativa dos economistas. Alimentos, principalmente carne, pressionam novamente o custo de vida Clique aqui para ler mais
Aviso às empresas
O diretor de Política Econômica do Banco Central, Mário Mesquita, avisou ontem que a instituição não facilitará a vida das empresas que estejam concedendo reajustes acima da inflação a seus empregados e repassando os custos extras para os preços.
Diminui a confiança do brasileiro na economia
Consumidor está mais cauteloso e teme o aumento de preços. Otimismo caiu 6,5% em junho, de acordo com pesquisa da FGV
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Quarta, 25 de Junho de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - Inflação, preços serviços
INFLAÇÃO - Diesel caro pára caminhoneiros
Trabalhadores autônomos do transporte de cargas, responsáveis por frete de alimentos, madeira e construção civil, entre outros, iniciaram paralisação desde a 0h de hoje no país.
Os preços dos fretes pagos pelas empresas contratantes não teriam incorporado o reajuste do diesel, determinado pelo governo em maio.
De acordo com o presidente do Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens do Estado de SC (Sindicam-SC), Francisco Biazotto, o custo do transporte ficou 12% mais caro.
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Quarta, 25 de Junho de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - aumento de preços, Florianópolis
Alimento caro eleva preço da comida a quilo
Diário Catarinense
Reajuste dos restaurantes deve ficar em 10% em Florianópolis
No ciclo da alta nos preços dos alimentos, os reajustes que assustam o consumidor nos supermercados começam a aparecer, também, na hora de pagar pelas refeições fora de casa. Em Florianópolis, apesar da concorrência acirrada, donos de restaurantes sinalizam para aumentos de até 10% na conta. As redes de bufê a quilo são as que sentem o aperto mais forte. Clique aqui para continuar lendo a matéria
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Segunda, 23 de Junho de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - Democratas, Impostos, índio da costa
Basta!

“Basta! Tem imposto saindo pelo LADRÃO!”
São os dizeres do selo que está circulando no Rio de Janeiro, por iniciativa do deputado federal Índio da Costa (DEM).
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Segunda, 23 de Junho de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - Arrecadação, Impostos, revista veja
1 TRILHÃO DE REAIS EM IMPOSTOS

Revista Veja
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Segunda, 23 de Junho de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - charge, Charge do Cícero, Inflação
Inflação

Charge do Cícero no blog República de Itapeva
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Segunda, 23 de Junho de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - eleições, Folha de São Paulo, Inflação, Lula
A eleição da inflação?!
Valdo Cruz – Folha de São Paulo
A inflação brasileira tem nome e sobrenome, Lula da Silva, com seu espetáculo da gastança. Esse é o lema que o deputado Paulo Bornhausen (DEM-SC) defende que seu partido use nas próximas eleições municipais.
Contrariando as análises de que são as questões locais que prevalecem nas campanhas municipais, Bornhausen aposta que o tema vai pegar nas grandes cidades do Centro-Sul do país.
Aposta que a inflação vai subir ainda mais até setembro, auge das campanhas pelas prefeituras, e desgastará os candidatos governistas. Sua posição não é consensual entre os democratas.
No Nordeste a oposição teme e muito a popularidade de Lula. O sujeito é santo na região, costumam dizer os líderes nordestinos da oposição. Atacá-lo, hoje, não deve render grandes trunfos eleitorais.
O tucano Gustavo Fruet (PR) também tem dúvidas se o assunto vai esquentar a eleição de prefeitos. Aposta, contudo, que os efeitos dos preços altos de hoje vão contaminar a eleição presidencial de 2010. Diz isso depois de sondar os humores empresariais.
Não por outro motivo o presidente Lula só pensa nisso nas últimas semanas. Foi alertado que a mão pesada do Banco Central pode, sim, jogar o crescimento da economia para baixo no próximo ano.
Seria o pior cenário para sua despedida do Palácio do Planalto. Uma inflação controlada, mas à custa de uma brecada no ritmo da economia exatamente nos dois últimos anos de seu mandato.
O risco, infelizmente, é real. Se hoje os ventos internacionais já não sopram mais a favor como antes, em 2009 esse quadro pode piorar. Muita gente, aqui e lá fora, acredita que o próximo presidente norte-americano será obrigado a fazer um forte ajuste na ainda maior economia do planeta.
Confirmado, Lula terá de rebolar para manter a economia girando forte por aqui. Cortar gorduras vai facilitar o gingado presidencial.
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Sexta, 20 de Junho de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - CSS, Mercadante, Reforma Tributária
Mercadante diz a Lula que CSS vai pressionar inflação
Estadão
Para senador petista, “este não é o momento” de elevar carga tributária
O senador Aloizio Mercadante (PT-SP) criticou a criação da Contribuição Social para a Saúde (CSS) - a nova CPMF - durante a reunião de ontem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com alguns ministros e economistas, realizada no Palácio do Planalto. Mercadante disse que “este não é o momento” para se elevar a carga tributária e os gastos com saúde, que são despesas correntes.
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Quinta, 19 de Junho de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - CPMF, CSS, eleições, O Globo, senadores
Cai apoio à nova CPMF entre aliados

Imagem - caminhada XôCPMF feita em Florianópolis/SC, em 11.08.07
É por isso que o governo quer adiar a votação para depois das eleições: sabe que vai perder no Senado e quer transferir para depois de outubro, quando alguns políticos já não estão mais muito atentos dos compromissos com o povo. É preciso ficar atento!!!!
O Globo
Dos 45 senadores governistas que votaram pela prorrogação da CPMF, só 15 se dizem favoráveis agora à CSS; 9 se dizem contra o imposto, inclusive um petista e três líderes aliados; 17 estão indecisos. O governo precisa de 41 votos.
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Quinta, 19 de Junho de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - eleições, O Globo, senadores, votação CSS
Para depois que a eleição passar
O GLOBO
Enquete mostra que até senadores aliados rejeitam nova CPMF; governo joga com o tempo
Não foi à toa que o governo barrou ontem a sugestão da oposição de dar urgência à tramitação da proposta de criação da Contribuição Social para a Saúde (CSS) no Senado, assim que a matéria chegar da Câmara. O projeto de lei complementar, que na prática recria a CPMF, poderá ser rejeitado pelos senadores se for posto em votação antes do recesso de julho. Dos 45 senadores aliados que votaram, em dezembro, a favor da prorrogação da cobrança da CPMF, pelo menos nove já anteciparam, em enquete feita pelo GLOBO esta semana, sua disposição de rejeitar a proposta da CSS. São necessários 41 votos no Senado para aprovar o novo imposto da saúde. Apenas 15 dos ouvidos admitem apoiar a criação do novo imposto.
Entre os que já declararam voto contrário se destacam o senador petista Flávio Arns (PR) e três líderes de partidos da base aliada: Francisco Dornelles (PP-RJ), Renato Casagrande (PSBES) e Osmar Dias (PDT-PR). Outros 17 senadores governistas admitiram estar em dúvida, sendo que uma boa parte considera a iniciativa inoportuna, tendo em vista que tramita no Congresso um projeto de reforma tributária.
Juntando os nove votos já declarados contra a CSS com os 34 contrários na votação de dezembro, a oposição já contaria com 43 votos contra o novo imposto. Mesmo que os 17 indecisos e os quatro que não responderam à enquete votassem a favor da proposta, os governistas somariam no máximo 36 votos, cinco a menos do que exigido para aprovação da proposta.
Na tentativa de ganhar tempo e evitar uma derrota imediata, os governistas pretendem empurrar a votação da CSS para depois das eleições, confiantes de que, sem a pressão dos eleitores, alguns senadores possam recuar.
Mas, mesmo assim, a batalha não será fácil. A líder do PT, Ideli Salvatti (SC), admite que terá grande dificuldade para unir a bancada.
- Eu ainda não reuni a bancada, mas é certo que haverá muito resistência à proposta - reconheceu Ideli.
“A máscara da falta de dinheiro para saúde caiu”
Ciente das dificuldades do governo para aprovar a CSS no Senado, a oposição fez pressão ontem para garantir que o projeto fosse submetido ao plenário antes do recesso parlamentar.
O líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR), porém, alega que a proposta tem de ser analisada com calma e terá de ser submetida à apreciação de três comissões: a de Constituição e Justiça, a de Assuntos Sociais e a de Assuntos Econômicos.
- Está claro que eles não têm coragem de enfrentar a opinião pública. A máscara da falta de dinheiro para a saúde caiu. Se esse recurso é tão essencial, por que não votam logo a proposta? - provocou o líder do DEM, José Agripino (RN).
- Não sei por que essa sanha arrecadatória agora da oposição - rebateu Jucá.
Um dos principais argumentos dos governistas para justificar o voto contra a CSS é o de que a proposta se choca com a discussão da reforma tributária. O senador Dornelles vai além e afirma que a proposta é inconstitucional: - A Constituição proíbe a criação de contribuições cumulativas por lei complementar. Se aprovada, não duraria três dias. Além disso, abriria um precedente perigoso. Hoje seria a contribuição para a saúde, amanhã para a educação, depois para agricultura ou meio ambiente.
Já o petista Flávio Arns argumenta que, após a derrubada da CPMF, o governo já aumentou outros tributos, como o IOF e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido das instituições financeiras, para compensar a perda de receita.
- Sou totalmente contra. É uma questão filosófica.
Não podemos mais apelar para o aumento de impostos toda vez que queremos aumentar investimentos em algum setor - justificou Arns.
Conduzido ao cargo de líder do PDT depois da morte do senador Jefferson Peres, Osmar Dias já avisou ao ministro do Trabalho e presidente licenciado do partido, Carlos Lupi, que desta vez não adiantará a direção nacional tentar fechar questão a favor da aprovação da nova contribuição sobre a movimentação financeira.
- Se isso acontecer, já avisei que não cumprirei a decisão. Pelo menos dois senadores da bancada me disseram que pretendem me acompanhar: Jefferson Praia (AM) e Patrícia Saboya (CE) - antecipou Dias.
Entre os que ainda não se decidiram, muitos não escondem a vontade de votar contra.
- Estou indeciso. Minha alma é contra, mas sou um cara de partido - disse o senador Lobão Filho (PMDB-MA).
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Quarta, 18 de Junho de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - CSS, senadores, votação CSS
Resposta de Senador
Prezado Senhor
Incumbiu-me o Senador Marco Maciel de agradecer seu e-mail e parabenizá-lo pelo exercício de cidadania.
Se depender do Senador Marco Maciel não será efetuado nenhum aumento de carga tributária que tanto penaliza nossa sociedade.
O sucesso da estabilização econômica e fiscal conquistada pelo povo brasileiro, após a implantação do Plano Real, tem permitido sucessivos recordes de arrecadação que deve ser revertido para que os preceitos constitucionais sejam observados, com relação à saúde, educação, segurança, infra estrutura, etc.
Não há razão para que a decisão soberana dos Senadores, com a derrubada da CPMF seja questionada, com a proposta de criação de novo imposto.
Cordialmente,
Nilson Rebello, Chefe de Gabinete
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Quarta, 18 de Junho de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - CSS, senadores, votação CSS
E-mails para o senadores
Muita gente já está encaminhando e-mails aos senadores com pedidos para que votem CONTRA a CSS. Em alguns casos, os e-mails estão voltando – entendemos que as caixas podem estar cheias, já que os endereços foram conferidos um a um no site do Senado.
Mas alguns senadores estão respondendo as mensagens recebidas, como é o caso abaixo:
Prezada Antonietta (foi quem enviou o e-mail)
da tribuna do Senado me pronunciei contra essa aberração constitucional aprovada pela Câmara. O projeto que restabelece a CPMF com o apelido de CSS é afronta ao povo brasileiro que não agüenta mais pagar tanto imposto. Não há argumento inteligente que possa justificar essa atitude do governo. Falar em Reforma Tributária e aprovar projeto criando novo imposto é falsidade. A CSS é um escárnio, um equívoco e uma afronta à sociedade. A verdade é que nunca se arrecadou tanto imposto no Brasil. Os brasileiros não agüentam mais esta pesada carga tributária. A arrecadação está tão boa que outro dia o governo pediu ao Congresso autorização para repassar ao BNDES 12,5 bilhões de reais para que ele financie projetos em outros países, como o metrô de Caracas, na Venezuela.Há,portanto,dinheiro suficiente para aplicar na Saúde, sem ser preciso sacrificar ainda mais o contribuinte brasileiro.O Senado deve rejeitar essa ofensa à inteligência nacional. Desde já esclareço que vou votar contra a aprovação deste novo imposto que o governo do PT quer impor ao povo brasileiro. Veja abaixo noticia da Agência Senado dando conta do meu pronunciamento contra a nova CPMF.
Grato pela mensagem e receba o meu cordial abraço,
Alvaro Dias
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Quarta, 18 de Junho de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - Carga Tributária, festa junina, IBPT, Impostos
Festa Junina: Leão morde até 61,56% dos preços
Produtos típicos das festas do mês de junho também sentem o peso da carga tributária do País
Os preços dos produtos típicos das festas juninas são formados entre 15,26% e 61,56% por tributos, segundo estudo do IBPT, que elaborou uma lista com 17 itens da estação. Confira a lista abaixo:

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Quarta, 18 de Junho de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - base aliada, Reforma Tributária
Base resolve adiar reforma tributária
Capítulo de hoje: medo de ano eleitoral faz coisas…
Estadão
Os líderes governistas na Câmara decidiram deixar o projeto de reforma tributária de fora da pauta até o recesso, que começará em 18 de julho. Com isso, a emenda só será votada após as eleições. Segundo o líder do PMDB, Henrique Eduardo Alves (RN), na melhor das hipóteses o parecer do relator, Sandro Mabel (PR-GO), poderá ser votado na comissão especial logo antes do recesso. “Vamos travar um bom debate sobre o assunto nas eleições municipais e deixar a votação para quando voltarmos”, disse.
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Quarta, 18 de Junho de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - CSS, Emenda 29, médicos, saúde
Déjà vu do imposto
por Anastácio Kotzias Neto (Presidente do Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina)
É com enorme desconfiança que assistimos à aprovação da Contribuição Social da Saúde (CSS) pela Câmara Federal na semana que passou. O novo imposto traz de volta à cena uma antiga conhecida: a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). Repudiada pela sociedade e enterrada em dezembro passado, o seu retorno nos deixa perplexos diante da insistência e insensibilidade do poder público. Como se não bastasse, os nossos representantes no Legislativo atrelaram a aprovação da Emenda 29 à CSS.
A emenda é uma reivindicação de todos por sua importância no repasse de verbas. Pela proposta atual, o governo deverá destinar a variação do PIB nominal nos dois últimos anos (com correção da inflação) para a saúde, caso a CSS seja aprovada. De acordo com a idéia inicial da emenda, 10% da receita corrente bruta do país seriam investidos em saúde. Hoje, estados e municípios são obrigados a separar 12% e 15%, respectivamente, de suas receitas correntes líquidas para a saúde. A base governista afirma que se a CSS não for aprovada, o governo não terá como investir, na saúde.
Ao invés de tributar a movimentação financeira, por que não aumentam a taxação de cigarros e bebidas e destinam essa receita adicional aos investimentos em saúde? Parece mais cômodo reformular uma antiga idéia do que inovar. Com essas atitudes, o processo democrático se torna repetitivo. É preciso ter novas idéias, soluções para problemas antigos. A esse filme já assistimos e o final não agradou. Querer forçar um déjà vu é inaceitável, pois sabemos que por mais que os recursos arrecadados sejam enormes, pouco será revertido em um bom atendimento à saúde.
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Terça, 17 de Junho de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - CSS, e-mails senadores, votação CSS
E-mails para os senadores. Vamos começar!

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Terça, 17 de Junho de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - aumento da carga tributária, Carga Tributária, CPMF, Folha de São Paulo, IBPT
Carga tributária é a maior da história
Um anúncio como este, em época de governo tentando criar mais imposto, faz o povo ficar preocupado… É inflação, é alta da carga tributária, é (re) criação de imposto… Que caminho é esse???
Folha de São Paulo
Tributos pagos no país somaram R$ 258,90 bilhões entre janeiro e março, ou 38,90% do PIB, aponta estudo
Carga subiu 1,87 ponto percentual em relação a 2007; em valores, receita aumentou R$ 37,15 bi em apenas três meses do ano
Mesmo com o fim da CPMF (o tributo do cheque), a carga tributária continua avançando no país, mostra estudo divulgado ontem pelo IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário).
Segundo o estudo, a carga fiscal no primeiro trimestre deste ano foi de 38,90% do PIB (Produto Interno Bruto), com um aumento de 1,87 ponto percentual em relação aos 37,03% do mesmo período do ano passado. Trata-se de um novo recorde para os primeiros trimestres de cada ano.
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Segunda, 16 de Junho de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - Folha de São Paulo, IBGE, Inflação, preço de alimentos
Inflação já afeta 71% dos preços pesquisados

Com informações da Folha de São Paulo
Cresce difusão da inflação, ou seja, mais itens que integram o IPCA sobem de preço. Em maio, dos 465 itens pesquisados pelo IBGE, 71% registraram alta, contra 62% no mês anterior; instituto aponta reajuste nos serviços. Primeiro, foram os alimentos a pressionar a inflação. Agora, os reajustes se dissiparam e atingem a maior parte da cesta de produtos que integra o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), do IBGE. Em maio, dos 465 itens pesquisados pelo índice oficial, 71,35% registraram alta. O percentual supera em quase dez pontos o de abril (61,98%).
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Sábado, 14 de Junho de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - CPMF, CSS, revista veja, votação
O fantasma da CPMF volta a assombrar
Revista Veja
Extinto no ano passado, o “imposto do cheque” renasce como contribuição social para a saúde
O governo deu na semana passada o primeiro passo para aplicar mais uma tunga nos cidadãos que já entregam ao Leão, na forma de impostos e contribuições, quase a metade do que produzem em um ano. Com 259 votos a favor, apenas 2 além do mínimo necessário, a Câmara dos Deputados aprovou a criação da contribuição social para a saúde (CSS), uma metástase da velha CPMF, extinta no fim do ano passado. A proposta prevê que o novo imposto terá alíquota de 0,1%, será cobrado sobre os débitos em conta corrente e operações financeiras a partir de 2009 e arrecadará 10 bilhões de reais por ano. Teoricamente, é dinheiro que se destinaria a melhorar o atendimento de saúde, como também era a intenção da velha CPMF. Para entrar em vigor, a CSS ainda precisa ser aprovada no Senado, onde o governo costuma enfrentar mais resistências para levar adiante projetos que contrariam os interesses da população, principalmente os mais disparatados e injustos. “A sociedade brasileira já convive com uma carga tributária altíssima. Não é possível penalizá-la com ainda mais um imposto”, disse a VEJA o presidente do Senado, Garibaldi Alves Filho, um dos principais oponentes do novo tributo.
A recriação da CPMF é um absurdo sob qualquer prisma. Mesmo com o fim da contribuição, que deixou de ser cobrada em janeiro, a arrecadação federal não pára de crescer (veja quadro abaixo). Em vez de dinheiro, portanto, o que falta ao governo é competência para administrar os recursos que a sociedade lhe entrega na forma de impostos. Estudo do Banco Mundial, realizado em 7.400 hospitais públicos e privados do país e divulgado na quinta-feira passada em São Paulo, mostra que o sistema brasileiro é perdulário e ineficiente. Numa escala que vai de 0 a 1, a rede de saúde foi reprovada com a nota 0,3. De acordo com o Banco Mundial, os hospitais brasileiros também são caros e funcionam mal. Cerca de 60% dos leitos hospitalares estão ociosos, mas o Brasil ainda é o país onde pacientes morrem à espera de atendimento. O custo de uma internação em um hospital público é 50% superior ao de um hospital privado ou administrado por associações não-governamentais. Três em cada dez internações são desnecessárias, causando um desperdício de 10 bilhões de reais a cada ano, a mesma quantia que se pretende arrecadar com o novo imposto. “Não adianta apenas ter recursos a mais. É preciso gastar bem o dinheiro”, disse o pesquisador Bernard Couttolenc, um dos autores do estudo.
A manobra do governo para ressuscitar a CPMF, como era de esperar, provocou protestos de líderes empresariais e entidades de classe – e o seu eco já pode ser ouvido em Brasília. O presidente da Federação do Comércio de São Paulo, Abram Sjazman, classificou a aprovação da CSS como “aberração”. Já o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, disse que o novo imposto é um atentado contra a sociedade. Skaf pretende iniciar uma campanha nacional contra a CSS para sensibilizar os senadores e derrubar o novo imposto. Pode dar certo. No Senado, ao contrário da Câmara, a maioria do governo não é tão ampla. Os senadores também são menos suscetíveis ao jogo que costuma trocar cargos e liberação de verbas por apoio político. Na Câmara, nos dez dias anteriores à aprovação do tributo, deputados governistas foram brindados com a liberação de 280 milhões de reais em emendas parlamentares para suas bases eleitorais. “O governo pode tirar o cavalinho da chuva porque no Senado a CSS não passa. Não passa, não passa, não passa”, promete o tucano Arthur Virgílio, líder do PSDB no Senado. O senador Renato Casagrande, líder do governista PSB, demonstra preocupação: “O imposto já passou com dificuldade na Câmara. Aqui o debate vai ser muito mais tenso e pesado”, diz.
Além de inoportuna, a nova CPMF nasce enrolada no manto da ilegalidade. Tributaristas são unânimes em afirmar que o artigo 154 da Constituição não permite a criação de impostos que têm efeito cumulativo, como é o caso da CSS, por meio de uma lei complementar. Como a nova CPMF está sendo criada por esse instrumento, em vez de por emenda constitucional, como seria o correto, o novo tributo poderá ser derrubado na Justiça caso o Supremo Tribunal Federal (STF) mantenha esse entendimento. Mais difícil, porém, é entender o comportamento do presidente Lula nesse episódio. No fim do ano passado, quando o Senado derrubou a CPMF, o presidente prometeu que o imposto não seria recriado. Agora, ao patrocinar a CSS, Lula faz exatamente o contrário. O presidente sempre poderá dizer que são coisas distintas. Ao contrário da sua antecessora, aplicada de maneira universal, a CSS será cobrada apenas de quem tem renda mensal superior a 3 000 reais. E, diferentemente da CPMF, cujos recursos eram usados até para pagar a aposentadoria de servidores públicos, a CSS será destinada exclusivamente à saúde. No fundo, porém, elas são a mesma coisa. É mais um imposto a sobrecarregar quem já não agüenta mais sustentar um estado perdulário e ineficiente. Espera-se que o Senado ponha fim ao péssimo hábito dos governos de apresentar aos contribuintes a fatura de sua própria incompetência.
O pecado da gula
2007
Nos quatro primeiros meses do ano passado, quando a CPMF ainda estava em vigor, o governo embolsou 198,3 bilhões de reais em impostos e contribuições
2008
Nos quatro primeiros meses deste ano, já sem a CPMF, a arrecadação do governo foi de 223,2 bilhões de reais,um aumento de 12,5%
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Sexta, 13 de Junho de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - criação da CSS, Lula
E o Lula, hein?!
Ontem, o presidente Lula transferiu para a base aliada do Congresso a responsabilidade pela aprovação da CSS.
“O governo não participa de articulação. Os deputados e senadores ligados à área da saúde criaram a CSS (…) É um problema do Congresso e, sobretudo, eu diria que é um problema da bancada da saúde “, disse os sábio presidente.
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Sexta, 13 de Junho de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - CSS, Diário Catarinense, emprego, rejeição
Tributo tem ampla rejeição nas ruas

A CSS tem ampla rejeição nas ruas.
Em Florianópolis, na loja em que é gerente financeiro, Anderson Menezes Garcia, lembrou que a CPMF, extinta no início do ano, chegava a custar R$ 180 por semana para a loja.
- Mais caro do que manter um funcionário.
Com o fim do tributo e o aumento das vendas os patrões puderam ampliar de 12 para 15 o quadro de funcionários.
A nova tributação sobre movimentação financeira deve impactar nas vendas, já que as compras com cheque devem cair. .
Abastecendo o carro, na tarde de ontem, Daniel Vinicius Carpes classificou a ação do governo de hipócrita.
- Usam o apelo da saúde para aumentar a arrecadação, mas todo mundo sabe que a CPMF não era usada para melhorar a saúde nem a CSS vai ser.
Com informações do Diário Catarinense
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Sexta, 13 de Junho de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - CNDL, CSS, empresários, fiesp
Empresários lançam ”cruzada” contra aprovação da nova CPMF
Estadão
Fiesp começa a coletar assinaturas para um documento a ser enviado aos senadores pedindo a rejeição da CSS
A forte reação à tentativa de recriar a CPMF, por meio da Contribuição Social para a Saúde (CSS), dominou a pauta do Congresso da Indústria 2008, aberto ontem em São Paulo, com a participação de mais de 3 mil empresários, políticos e autoridades. O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, anfitrião do encontro, anunciou uma ofensiva do setor para derrubar a contribuição aprovada na Câmara. “Temos hoje aqui mais de 3 mil empresários para iniciar a cruzada de mobilização da sociedade e de prática da cidadania para que o Senado diga não a este tributo”, afirmou.
Ali mesmo no encontro, a Fiesp começou a coletar assinaturas para um documento que será enviado aos senadores pedindo a rejeição da CSS. Por outro lado, diretores da entidade já se preparam para visitar cada um dos senadores, em Brasília ou em seus Estados de origem, para apresentar-lhes estudos técnicos contrários à contribuição. É a mesma tática que usaram no processo que levou à extinção da CPMF, no fim do ano passado.
Outras entidades de representação de empresários também já começaram a se mobilizar. Roque Pellizzaro Junior, presidente da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), anunciou que a entidade vai divulgar o e-mail de cada senador para que, nas bases, os clubes lojistas pressionem os parlamentares para derrubar o tributo. A CNDL agrega 27 federações estaduais e 1.587 Câmaras de Dirigentes Lojistas.
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Quinta, 12 de Junho de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - CPMF, CSS, Inflação, O Globo
Nova CPMF passa por 2 votos; inflação é a maior em 12 anos
O Globo
Em um só dia, dois golpes contra o bolso dos brasileiros: pelo lado da política, em votação apertada, por apenas dois votos além dos 257 necessários, a Câmara dos Deputados aprovou a recriação da CPMF, agora com nome novo, Contribuição Social para a Saúde (CSS). A alíquota de 0,1% vai incidir sobre movimentações financeiras a partir de janeiro do ano que vem, caso o Senado confirme a criação do novo imposto. Às vésperas da votação, o governo abriu os cofres para agradar aos deputados, aumentando a liberação de emendas. A Fiesp protestou contra o novo imposto: “É um atentado contra a sociedade”, disse Paulo Skaf. No terreno da economia, o IBGE divulgou que o IPCA, índice de inflação da meta do governo, pressionado por alimentos e serviços bancários, ficou em 0,79% em maio, o mais alto para o mês desde 1996. Com isso, em 12 meses, o custo de vida já subiu 5,58%. A meta é 4,5%. Analistas prevêem aumentos maiores de juros para segurar a inflação.
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Quarta, 11 de Junho de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - votação CSS
VOTAÇÃO DA CSS
CONFIRA OS NOMES DOS DEPUTADOS QUE NÃO REPRESENTARAM A VONTADE DO POVO, E VOTARAM SIM PARA A CRIAÇÃO DA NOVA-VELHA CPMF!!!!!!!!!
LISTA DE VOTAÇÃO
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Quarta, 11 de Junho de 2008
Postado por: Xô Imposto | Categoria - Arrecadação,